Operação da Polícia Federal mira Rodrigo Bacellar, Adilsinho e Márcio Poncio

Essa é a quinta fase da Operação Unha e Carne, que investiga que apura esquemas de corrupção, vazamento de informações sigilosas e fraudes em licitações no estado do Rio de Janeiro

Por , Rio de Janeiro | Atualizado em:
Foto: Thiago Lontra/ALERJ

O ex-presidente da Assembleia Legislativa, Rodrigo Bacellar, volta a ser alvo de mandado de prisão em nova ação da Polícia Federal na manhã desta quinta-feira (2). Essa é a quinta fase da Operação Unha e Carne, que investiga esquemas de corrupção, vazamento de informações sigilosas e fraudes em licitações no estado do Rio de Janeiro.

O ex-parlamentar já está detido. Nos últimos meses, ele foi preso duas vezes pela corporação por suspeita de obstrução de investigações e vazamento de informações sigilosas. Outro alvo de mandado de prisão é o bicheiro Adilson Oliveira Coutinho Filho, que também está encarcerado. Adilsinho é apontado como nome importante na chamada ‘Nova Cúpula do Jogo do Bicho’ e como um dos chefes da máfia dos cigarros falsificados.

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Agentes também cumprem mandados de busca e apreensão em diferentes endereços no Rio de Janeiro ligados a Marco Antônio Cabral, filho de Sergio Cabral e pré-candidato ao cargo de deputado estadual, e ao pastor Marcio Poncio, pai da deputada estadual Sarah Poncio.

Em nota, Marco Antônio Cabral afirmou que recebeu, na manhã desta quinta-feira, um mandado de busca e apreensão, cujo cumprimento ocorreu de forma tranquila, com total colaboração às autoridades. Ele nega, de forma categórica, qualquer participação em organização criminosa, lavagem de dinheiro ou o recebimento de valores de origem ilícita.

“Marco Antônio reafirma seu respeito às instituições e permanece à disposição das autoridades para prestar todos os esclarecimentos necessários”, finaliza.

A defesa de Marcio Poncio afirmou que ainda não teve acesso aos autos do processo.

A defesa do empresário Adilson Oliveira Coutinho Filho rechaça a alegação de pagamento de vantagens indevidas a políticos ou agentes públicos. A defesa confia no Poder Judiciário e no devido processo legal.

A reportagem tenta contato com os demais citados.

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