Uma denúncia envolvendo a eliminação do Equador na Copa do Mundo de 2026 passou a circular após declarações do jornalista argentino Eduardo Feinmann, que afirmou que um cartel mexicano teria ameaçado jogadores da seleção equatoriana antes do confronto contra o México.
Segundo o comunicador, em participação na rádio Mitre, cinco atletas do Equador teriam sido alvo de intimidações com informações detalhadas sobre familiares no Equador e também em território mexicano. As supostas ameaças teriam ocorrido às vésperas da partida disputada no Estádio Azteca, válida pela fase eliminatória do Mundial.
O jornalista afirmou que os jogadores teriam sido pressionados para perder o confronto. Segundo ele haveria atuação de cartéis interessados em um eventual título da seleção mexicana.
Apesar da repercussão das falas, não há confirmação oficial das alegações.
Os relatos passaram a circular em redes sociais após a eliminação do Equador, mas não existem documentos, denúncias formais, depoimentos verificáveis ou registros de investigação que comprovem as supostas ameaças.
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Até o momento nem a Federação Mexicana de Futebol, nem a Federação Equatoriana de Futebol, nem os organizadores da Copa do Mundo de 2026 ou autoridades de segurança dos dois países confirmaram ou denunciaram qualquer tipo de intimidação envolvendo a partida.
Dentro de campo, o México venceu o Equador por 2 a 0 e avançou na competição. O duelo ocorreu no dia 30 de junho de 2026, no Estádio Azteca, e começou com atraso devido a uma tempestade na Cidade do México. A seleção mexicana dominou as ações desde o início.
O contexto também envolve o cenário de segurança no Equador, onde há registros de atuação de grupos criminosos com ligações internacionais. Ainda assim, não há evidências de que organizações do crime tenham interferido no jogo da Copa do Mundo.
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