O atacante Endrick foi o jogador da Seleção Brasileira que concedeu entrevista coletiva nesta quinta-feira (02/07). Vivendo sua primeira Copa do Mundo, o camisa 19 foi questionado sobre sua relação com Neymar, que está em seu quarto Mundial, e citou até Gustavo Gómez, zagueiro ídolo do Palmeiras que está representando o Paraguai.
“Tenho uma relação muito boa com o Ney. A gente pode ficar brincando depois dos treinos e jogando cartas. Numa folga pude estar com ele, ele pôde falar comigo. É muito importante conversar com essas pessoas que são os capitães da Seleção. Não só o Ney, mas Marquinhos, Casão (Casemiro), Alisson. Estar com esses jogadores por perto e pegar experiência com eles é uma coisa maravilhosa“, disse Endrick.
“É algo que sempre fiz com o Gustavo Gómez no Palmeiras. Sempre perguntava a ele o que eu poderia fazer. Se cercar de pessoas inteligentes e que entendem de futebol é sempre bom, não está sendo diferente com o Ney. A gente senta lado a lado quando está no banco. E vou tentar extrair o máximo do Ney para a minha carreira porque ainda tenho muito pela frente”, concluiu.
Embora esteja tendo sua primeira experiência mundial, o atacante de 19 anos está se consolidando como uma peça de confiança para o técnico italiano Carlo Ancelotti. Já Neymar está mais atrás da fila. Contra o Japão, por exemplo, o camisa 10 seria escalado apenas na prorrogação.
Para além de sua experiência com elenco, Endrick elogiou Ancelotti, que, além de ser seu treinador na Seleção Brasileira, foi seu primeiro comandante em solo europeu no Real Madrid, da Espanha.
“É uma convivência maravilhosa. Foi meu primeiro treinador quando cheguei na Europa. Para mim, foi uma das melhores experiências tê-lo como primeiro treinador. Foi incrível, onde pude aprender com ele e com o estafe dele, que é muito bom. Com a Seleção não está sendo diferente. Acho que não teve encaixe melhor do que ter Ancelotti como treinador do Brasil. Esperamos seguir evoluindo que é o mais importante para nós nesse ciclo“, comentou o atacante do Real Madrid.
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O atacante também foi questionado sobre ser uma peça do treinador no elenco da Seleção. Endrick foi enfático: o foco é o time.
“Ele não vai fazer o melhor para mim, para o Endrick. E nem para o Matheus Cunha. Vai fazer o melhor para a equipe. Ele não tem medo, faz o que ele pensa, e as coisas acontecem. Parece que Deus olha para ele, e ele é iluminado. Porque tudo que o Carlo faz as coisas acontecem. Quando o Mister falar para eu fazer alguma coisa, não vou olhar para trás, só vou fazer o que ele me pedir“, explicou.
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Endrick, Neymar e Ancelotti estão na reta final de preparação para enfrentar a Noruega, pelas oitavas de final da Copa do Mundo. As equipes se enfrentam no domingo (05/07), às 17h (de Brasília).




