Afonso Nigro, ex-vocalista da banda Dominó, acumulou, ao longo dos oito anos em que integrou o grupo, um patrimônio que incluía dois carros novos e três apartamentos. A carreira solo, porém, virou o jogo, para o lado errado, disse em entrevista ao Splash UOL.
O artista de 55 anos, em entrevista ao YouTube pelo canal Corredor 5, revelou como as decisões tomadas depois de deixar a banda comprometeram tudo o que havia conquistado.
O erro que ele mesmo admite
A avaliação é dura e veio do próprio artista, sem rodeios. “Rolou muito show, mas eu cometi o erro que todo imbecil comete: não cantava as músicas da época do Dominó. Eu estava cabeludo, parecendo o Jon Bon Jovi, usando calça de couro, decidido a cantar as músicas que eu gostava. Foi um erro muito grande. Cuspi no prato que comi. Foi feio, foi besta”, relembrou.
Do sucesso ao prejuízo
Durante os oito anos no Dominó, Nigro construiu um patrimônio sólido. Três apartamentos e dois carros novos foram o resultado desse período. Depois que saiu, o investimento na carreira solo foi na direção contrária: as escolhas artísticas pesaram no bolso.
Afonso Nigro não detalhou valores nem o período exato em que as perdas ocorreram. Mas deixou claro que a decisão de ignorar o repertório que o consagrou foi o ponto de virada.




