A aposta do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em Folarin Balogun não surtiu o efeito esperado na Copa do Mundo. Liberado pela Fifa para enfrentar a Bélgica após ter a suspensão pela expulsão contra a Bósnia convertida em período probatório, o atacante teve atuação discreta e não conseguiu evitar a eliminação norte-americana diante dos belgas.
Antes do confronto, o Comitê Disciplinar da Fifa aplicou o artigo 27 do Código Disciplinar da entidade, determinando que Balogun ficasse em período de observação por um ano, sem precisar cumprir uma suspensão imediata. A decisão gerou reclamação da Bélgica, que contestou a liberação do jogador, mas o recurso apresentado pela seleção europeia acabou rejeitado pela entidade máxima do futebol.
Dentro de campo, porém, Balogun esteve longe de corresponder à expectativa criada em torno de seu retorno. O atacante encontrou dificuldades diante da marcação belga, participou pouco das ações ofensivas e teve apenas uma grande chance durante a partida.
Aos 36 minutos do segundo tempo, ele venceu a defesa na velocidade e ficou frente a frente com Courtois, mas o goleiro belga levou a melhor e evitou o gol.
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Apesar de ter sofrido a falta que deu origem ao gol dos Estados Unidos ainda na primeira etapa, o centroavante terminou a partida sem balançar as redes ou contribuir com assistências. Segundo dados do Sofascore, Balogun finalizou três vezes, teve apenas 19 ações com a bola e acertou 6 dos 10 passes tentados. O atacante ainda acumulou duas tentativas de domínio malsucedidas, perdeu a posse em oito oportunidades, não registrou desarmes e não acertou nenhum cruzamento.
A atuação apagada reforçou a frustração dos norte-americanos em uma partida decisiva. Considerado uma das principais esperanças ofensivas da equipe e defendido publicamente por Trump antes do duelo, Balogun não conseguiu ser o diferencial esperado para impedir o revés diante da Bélgica.
O jogador ainda acabou substituído por Wright aos 45 minutos da etapa final.
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