A Federação Egípcia levou a disputa diretamente às instâncias da Fifa. Depois da eliminação diante da Argentina na última terça-feira (07/07), a entidade protocolou uma reclamação oficial direcionada ao árbitro François Letexier e à sua equipe de assistentes, questionando dois episódios que, na perspectiva egípcia, alteraram o desfecho do jogo.
A contestação se concentra em dois momentos específicos. No primeiro, aos 12 minutos do segundo tempo, o atacante Zico marcou, mas o árbitro invalidou o gol sob o argumento de que Attia havia cometido falta sobre Lisandro Martínez antes da conclusão. No segundo episódio, a Federação alega que Julián Álvarez cometeu falta em Mohamed Salah dentro da área, lance que não foi punido com pênalti. No ataque seguinte, Enzo Fernández converteu o gol que garantiu a vitória argentina.
A voz do técnico
O treinador Hossam Hassan não poupou palavras ao falar sobre a arbitragem. Segundo ele, o que aconteceu em campo foi uma injustiça. Jogadores e membros da comissão técnica egípcia ainda receberam cartões durante a partida.
A Federação Egípcia também se manifestou nas redes sociais, lembrando os 23 dias que a seleção passou na competição: “23 dias dos melhores momentos que poderíamos ter compartilhado”.
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O pedido à Fifa
Além do protesto formal, a Federação apresentou um pedido adicional à Fifa: o afastamento imediato do quarteto francês de qualquer escala de arbitragem durante o restante da Copa. A entidade exige que esses árbitros não voltem a apitar partidas do torneio.
O Egito deixa a competição eliminado, mas, conforme destacou a própria Federação Egípcia, com a melhor campanha da história do país na Copa.
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