O primeiro voo ligando Rio de Janeiro e Nova York sem escalas foi inaugurado no Aeroporto Internacional Antônio Carlos Jobim, na Ilha do Governador, zona norte do Rio.
O evento de lançamento contou com a presença do presidente da Rio Galeão, Alexandre Monteiro, que contou a importância do Aeroporto carioca operar essa rota: “De fato, eu não consigo expressar em palavras a importância disso e o quanto significa, é o coroamento de um trabalho de alguns anos”, conta.
A rota também chama a atenção por ser operada por uma companhia brasileira. Segundo Celso Ferrer, o presidente da GOL, a companhia escolheu o rio de janeiro como HUB da expansão da aviação do Brasil.
O prefeito Eduardo Cavaliere esteve presente e falou sobre a recuperação do Aeroporto do Galeão. Segundo ele, o local passou de 5 para 18 milhões de passageiros após a reestruturação das rotas aeroviárias no Rio de Janeiro. A manobra limitou os voos domésticos no Aeroporto Santos Dumont, que foram redirecionados para o Galeão.
Em seu discurso, Cavaliere afirmou que “tentaram convencer os brasileiros de que esse aeroporto não era viável para voos de longa distância”, e avisa que: “A porta de entrada do Brasil é o Galeão, a porta de entrada do Brasil é o Rio de Janeiro. A gente saiu do número de 500 mil estrangeiros chegando ao Brasil pelo Galeão em 2023 para 2 milhões e 200 mil estrangeiros chegando ao Brasil pelo Galeão em 2025”.
Durante entrevista, o prefeito do Rio afirmou que a reorganização dos voos nos aeroportos cariocas está alinhada com as políticas públicas nacionais. Ele afirma que o presidente Lula está de acordo com o crescimento do Aeroporto do Galeão, e mostra em números que o aumento de passageiros no gigante carioca também fomenta uma crescente no fluxo de passageiros de outros estados.
A mudança nas rotas aeroviárias também está alinhada com o Plano Brasis da Embratur, conforme o presidente Bruno Reis contou em entrevista à TMC Rio.
Outros voos com destinos a Lisboa, Orlando e Paris, sem escalas, também serão inaugurados em breve.




