O ex-deputado federal Chiquinho Brazão é alvo de nova ação da Polícia Federal. A operação desta quinta-feira (09/07) é desdobramento das investigações dos assassinatos da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, em 2018.
Chiquinho Brazão faz parte de uma família envolvida com a política fluminense desde os anos 1990. Ele iniciou sua trajetória na política ao se eleger vereador do Rio pela primeira vez em 2004. Na sequência, foi reeleito em 2008, 2012 e 2016, somando um total de quatro mandatos consecutivos no Legislativo municipal.
Ele disputou a eleição para ser deputado federal pelo União Brasil em 2022 e foi eleito com 77.367 votos. Antes disso, nas eleições de 2018, conquistou seu primeiro mandato na Câmara dos Deputados pelo Avante, tendo recebido 25.817 votos.
Em abril de 2025, o parlamentar teve seu mandato cassado pela Mesa Diretora da Casa devido a 72 ausências “não justificadas”. As faltas foram se acumulando após a prisão do parlamentar, em março de 2024.
Chiquinho Brazão foi condenado, junto com o irmão Domingos Brazão, por ser um dos mandantes da morte da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes. Os dois foram apontados como mentores do crime na delação de Ronnie Lessa, assassino confesso da vereadora.
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A operação desta quinta-feira (09/07) é desdobramento das investigações dos assassinatos cometidos em 2018. A ação apura um suposto esquema de desvio de recursos públicos oriundos de emendas parlamentares federais destinadas a organizações da sociedade civil. A investigação também mira a prática dos crimes de peculato, lavagem de dinheiro e organização criminosa.
A reportagem tenta contato com a defesa de Chiquinho.




