Alvo de ação do Ministério Público do Rio, o Instituto Rio Metrópole, autarquia ligada ao Governo do Estado, aumentou de contratos considerados suspeitos mesmo depois de auditoria anunciada em todas a estrutura estadual. A medida foi anunciada pelo governador em exercício, Ricardo Couto de Castro, em abril.
Segundo as investigações do MP e auditoria da Controladoria-Geral do Estado, apesar disso, a instituição autorizou um aumento milionário em um contrato que já questionado por órgãos de controle e regulamentação. A iniciativa aconteceu em 14 de maio, um mês depois da determinação para a prestação de contas.
Nessa mesma data, o presidente do IRM, Davi Perini Vermelho, e o diretor de Planejamento, Maurício Silva Knoploch, assinaram o novo termo aditivo. Os dois e outras quatro pessoas foram presos durante operação do Ministério Público.
De acordo com investigações, o esquema de corrupção montado no órgão movimentou R$ 86 milhões nos últimos 4 anos.




