O ministro Messod Azulay Neto, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), decidiu manter a prisão do piloto de automobilismo Pedro Turra, acusado de espancar e provocar a morte de um adolescente de 16 anos em janeiro deste ano, em Brasília.
A decisão foi proferida na sexta-feira (13/02) e divulgada somente nesta quarta-feira (18/02).

Acesse o canal da TMC no WhatApp para ficar sempre informado das últimas notícias
Ao analisar o habeas corpus protocolado pela defesa do piloto, o ministro julgou o pedido prejudicado por questões processuais. O pedido da defesa era contra a decisão individual de um desembargador, no entanto, a decisão do desembargador já foi confirmada pela turma do TJDFT, na última quinta-feira (12/02). Nesse caso, o ministro Messod Azulay Neto rejeitou que o recurso deveria ser contra a decisão da turma, e não a individual.
Com a decisão, Turra vai continuar preso preventivamente no presídio da Papuda, em Brasília.
Na semana passada, o piloto virou réu pelo crime de homicídio doloso.
Leia mais: Mulher intoxicada em piscina de academia recebe alta após 10 dias internada em SP
Pedro Turra foi denunciado pelo Ministério Público sob a acusação de provocar a morte de um adolescente de 16 anos durante uma briga, ocorrida em janeiro deste ano, na qual ele deu um soco no rosto do jovem, que passou duas semanas internado em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e morreu no dia 7 deste mês.
No início das investigações, a Polícia Civil afirmou que a agressão ocorreu em função de um desentendimento por causa de um chiclete arremessado em um amigo da vítima. No decorrer da apuração, os policiais apontaram que briga foi premeditada e contou com a ajuda de amigos do piloto.
No STJ, a defesa do piloto sustentou que o caso não preenche os requisitos legais para decretação da prisão. Os advogados também ressaltaram que Turra está sofrendo ameaças na prisão e há “risco real” a sua integridade física.
Por Agência Brasil
