México aprova tarifas que atingem Brasil, China e países sem acordo de livre comércio

Segundo os parlamentares que apoiam o projeto, a medida incentivará a produção nacional ao substituir importações e fortalecer as cadeias de valor

Por Redação TMC | Atualizado em
A imagem é um close-up que captura a política mexicana Claudia Sheinbaum no meio de um discurso, com uma expressão intensa e um gesto de oratória. (Foto: REUTERS/Raquel Cunha)
Governo mexicano deve tarifar importações do Brasil (Foto: REUTERS/Raquel Cunha)

O Congresso mexicano aprovou tarifas contra uma cartela de produtos importados de países que não possuem acordo de livre comércio com o México. O Brasil e a China estão entre os tarifados, com taxas médias de 20% a 35%, apesar de a versão original propor 50%

Os impactos tarifários serão direcionados aos setores de autopeças, carros leves, vestuário, produtos plásticos, aço, eletrodomésticos, brinquedos, têxteis, móveis, calçados, artigos de couro, papel e papelão, motocicletas, produtos de alumínio, um tipo de reboque, vidro e sabão, perfumaria e cosméticos.

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A proposta inclui alterações em 1.463 produtos de 17 setores afetados. Segundo os parlamentares que apoiam o projeto, a medida incentivará a produção nacional ao substituir importações e fortalecer as cadeias de valor.

Coreia do Sul, Índia, Vietnã, Tailândia, Indonésia, Taiwan, Nicarágua, Emirados Árabes Unidos e África do Sul também serão alvo das tarifas. Ao todo, 12 países serão afetados pela nova medida.

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