O sucesso de Ana Paula Renault no Big Brother Brasil fez com que muitos internautas e fãs do BBB se perguntassem quais veteranos seriam capazes de repetir a conquista da jornalista.
A vitória de Ana Paula quebrou recordes. Hoje, não basta ter passado pela casa, é preciso ter narrativa, personalidade e saber jogar. Afinal, é isso que o público quer.
Veteranos com “cara de protagonista”
Seguindo a lógica de escalar nomes fortes, que já provaram seu valor tanto dentro quanto fora do programa, alguns ex-BBBs aparecem naturalmente em uma possível lista dos internautas. Anamara Barreira, participante das edições de 2010 e 2013, por exemplo, é frequentemente lembrada por sua postura intensa e estratégica nas edições em que participou. É o tipo de jogadora que dificilmente passa despercebida. Ela inclusive participou do primeiro paredão falso do reality. Assim como Ana Paula, Maroca, como ficou conhecida, possui um temperamento explosivo e não foge de brigas.

Outro nome que ganhou força recentemente é Fernanda Bande. Após uma participação cheia de frases virais e posicionamentos diretos com suas oponentes durante sua passagem pelo BBB 24, ela saiu com a sensação de que poderia render ainda mais em uma segunda chance.

Entre os homens, Arthur Picoli surge como uma aposta segura. Ele já mostrou capacidade de criar conexões, protagonizar conflitos importantes e sustentar narrativa. Ele participou da icônica edição BBB21, em que consagrou Juliette como campeã.
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A aposta em nomes “subestimados”
Mas nem só de favoritos vive o BBB. Existe também uma estratégia interessante por parte dos fãs: trazer de volta participantes que não tiveram tempo suficiente para se mostrar ou que foram eliminados cedo demais.
Nesse cenário, nomes como o do participante da edição de 2018, Caruso, conhecido pelo temperamento forte, poderiam ganhar uma nova leitura do público. O mesmo vale para Hana Khalil, que, apesar da saída precoce, conquistou o público. A influenciadora participou de uma edição que ficou pouco conhecida, o BBB 19.

Já Angélica Morango, participante do BBB 10, primeira mulher a se assumir lésbica dentro do programa, resgata a memória afetiva do público. E Bárbara Heck, BBB 22, entra naquela categoria de “injustiçada”, alguém que muitos acreditam que merecia ir mais longe e que também protagonizou embates importantes na sua temporada.
O novo peso dos veteranos no jogo
Depois do que aconteceu no BBB 26, uma coisa ficou clara: veterano não entra mais só como “elemento nostálgico”. Ele é fundamental para o jogo e peça importante para conflitos e narrativas.
A tendência é que, se a TV Globo decidir repetir o formato, os escolhidos sejam aqueles que conseguem unir três fatores: histórico forte, presença digital relevante e capacidade de gerar conversa.




