O técnico Abel Ferreira detonou a arbitragem e cobrou jogadores do Palmeiras após o empate com o Mirassol, por 1 a 1, na noite deste domingo (31/08), pelo Brasileirão.
O treinador atacou o critério usado pelo árbitro João Vitor Gobi e pelo VAR Ilbert Estevam da Silva nas decisões relativas ao time alviverde.
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“Primeiro (quero) dizer que o nosso adversário se preparou bem para o nosso jogo. Teve uma semana inteira para se preparar, fisicamente mais frescos”, disse Abel.
Mas o tom mudou quando o assunto virou arbitragem. O técnico afirmou que as lesões do elenco têm relação direta com o critério adotado durante a partida. “Quanto às contusões, isso tem muito a ver com o critério que foi utilizado durante o jogo todo pela equipe de arbitragem. Estamos nas últimas rodadas e queremos os melhores árbitros.”
Ele citou lances específicos. “É inacreditável que o Felipe leva uma gravata e nem falta é. É inacreditável que no início do jogo sobre o Marlon ele não marca falta e não dá amarelo. É inacreditável como é que expulsa o Arthur”, declarou Abel.
Pênalti anulado e expulsão polêmica
Dois lances agitaram a partida. O primeiro: o árbitro marcou pênalti para o Mirassol após falta de Giay em Fernandinho. O VAR revisou o lance e anulou a cobrança.
O segundo cartão amarelo veio nos acréscimos. Arthur foi expulso após ser punido por falta em Fernando. O problema é que a infração teria sido cometida por Lucas Evangelista, e não por Arthur. Ainda assim, o VAR deixou de acionar o árbitro para que o lance fosse revisado.
Críticas ao time
Acostumado a poupar seus jogadores nas entrevistas coletivas, Abel cutucou os atacantes. “O Palmeiras tem que produzir mais. Não treinei o Roque de maneira diferente, nem o Flaco López nem o Giay. Não há dúvidas que minha equipe correu, que minha equipe lutou, mas dois ou três jogadores… foi nas ações técnicas que percebemos uma diferença.”




