A pressão por uma resposta imediata após a derrota para Marrocos não abalou Carlo Ancelotti. Às vésperas do confronto com o Haiti, pela segunda rodada da Copa do Mundo de 2026, o treinador demonstrou confiança na recuperação da Seleção Brasileira e tratou o momento como parte natural de um processo de evolução.
Questionado sobre a cobrança em torno do cargo — comparado por Vinicius Júnior à função de presidente do país —, Ancelotti afirmou que encara a responsabilidade como um privilégio e reforçou a necessidade de fazer uma avaliação equilibrada da estreia.
“A Copa não se ganha no primeiro jogo. Temos que buscar a solução. A autocrítica dos jogadores foi positiva. Trabalhamos nesses dias para solucionar isso e acho que vamos. Seja antes ou depois, vamos solucionar”, disse o técnico, mantendo a convicção de que o Brasil será competitivo ao longo do torneio.
O italiano confirmou que fará alterações na equipe, embora tenha preferido manter sigilo sobre a escalação até conversar com os jogadores. Segundo ele, o time precisa encontrar mais equilíbrio, melhorar a qualidade das ações ofensivas e diminuir os erros de passe.
“Temos a qualidade para fazê-lo, ter um jogo de entretenimento, temos jogadores de força e potência. O pensamento potencial é de fazer melhor. E temos que fazer melhor”, destacou.
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Ao analisar o próximo adversário, Ancelotti alertou para as virtudes haitianas, lembrando a boa atuação da equipe caribenha diante da Escócia.
“Haiti é uma equipe muito organizada. Tem jogadores muito fortes no ataque, são muito rápidos. Mas estamos focados no nosso jogo, porque nós temos que melhorar”, concluiu.
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