Antes de falar sobre Neymar, Ancelotti foi questionado sobre uma declaração de Casemiro. O volante havia destacado a importância de tirar pressão dos jogadores mais jovens, como Rayan e Endrick.
O treinador concordou com o raciocínio e foi além. Ele afirmou que o Brasil atual não conta com uma única estrela no nível de Pelé, Romário ou Ronaldo. Para ele, isso não é fraqueza — é uma característica do grupo que pode ser transformada em força.
A saída, segundo Ancelotti, é distribuir o peso entre todos. Ele defendeu que jogadores mais experientes devem carregar mais responsabilidade do que os mais jovens, mas que o coletivo precisa dividir essa carga. Na visão do técnico, compartilhar a pressão é o caminho para o Brasil chegar forte ao Mundial.
A Copa do Mundo 2026 começa em 30 de maio de 2026, conforme o calendário da FIFA
Neymar fora do grupo, mas dentro dos planos
Ancelotti foi direto ao responder sobre o futuro do camisa 10. Ele disse que o jogador permanece com a delegação até estar apto e que nenhum dos 26 convocados será substituído. O treinador classificou a situação como um contratempo, não como um problema sem solução.
O técnico ainda ressaltou que Neymar vem se dedicando nos treinos individuais. A ausência das atividades coletivas é consequência do quadro físico, não de uma decisão técnica.




