A altitude de 2.240 metros da Cidade do México está preocupando o técnico Thomas Tuchel para o próximo jogo da Inglaterra, contra os donos da casa, neste domingo (05/07). Uma das armas britânicas para driblar o ar rarefeito pode estar na gôndola de uma farmácia: o Viagra.
O medicamento, mais conhecido por tratar a disfunção erétil, foi originalmente desenvolvido para combater pressão alta. A WADA (Agência Mundial Antidoping) não incluiu o Viagra na lista de substâncias proibidas para os atletas, atualizada em janeiro deste ano.
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Embora a seleção inglesa não tenha cogitado o uso do medicamento, o Viagra pode ser uma alternativa. Seu efeito dilata os vasos sanguíneos nos pulmões, facilitando o bombeamento de oxigênio pelo corpo em grandes altitudes, com baixa concentração do elemento químico. Ao reduzir a pressão sanguínea nos pulmões, neutralizaria a sensação de fadiga e tontura causadas pela altitude.
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Em 2010, quando jogou em estádios a 1.500 metros na Copa do Mundo da África do Sul, a delegação inglesa desmentiu que usaria o Viagra para combater a altitude. Em 2019, o time argentino Union de Santa Fe adotou o medicamento para jogar no Estádio Olímpico Atahualpa, a 2.850 metros acima do nível do mar.
México e Inglaterra decidirão uma vaga para as quartas de final da Copa do Mundo 2026. O vencedor enfrentará Brasil ou Noruega, que também jogarão neste domingo (05/07), em Nova Iorque/Nova Jersey, nos Estados Unidos.




