A seleção brasileira encerrou a fase de grupos com 75% de aprovação dos leitores do jornal O GLOBO, segundo a ferramenta Jogou bem ou jogou mal?. O número reflete uma virada de chave: na estreia contra Marrocos, o índice era de apenas 42%.
O caminho até aqui foi de altos e baixos. Contra o Haiti, a aprovação subiu para 65,8%. Na última rodada, com a vitória por 3 a 0 sobre a Escócia, o Brasil chegou ao melhor desempenho da fase.
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Vini Jr. no topo, Casemiro no fundo
Vini Jr. foi o destaque absoluto. Contra a Escócia, registrou 98,8% de aprovação, a melhor marca individual da fase de grupos. O atacante também lidera a artilharia da seleção nesta Copa, com quatro gols marcados.
No outro extremo, Casemiro foi o jogador mais criticado. Na estreia, o volante teve apenas 2,7% de aprovação. Nos jogos seguintes, subiu para 22,5% contra a Escócia e 31,5% diante do Haiti, mas fechou a fase com média de 18,9%, a pior do elenco, conforme os dados do GLOBO.
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Alisson e Bruno Guimarães: a virada mais expressiva
Dois jogadores chamaram atenção pela evolução entre o primeiro e o terceiro jogo. Alisson saiu de 40,2% contra Marrocos para 97,4% diante da Escócia, uma alta de 57,2 pontos percentuais. O goleiro ainda engatou o segundo jogo seguido sem ser vazado.
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Bruno Guimarães fez trajetória parecida: 43,7% na estreia, 96,3% no encerramento da fase. A diferença foi de 52,6 pontos percentuais. Gabriel Magalhães também cresceu: de 37,8% para 93,4%, evolução de 55,6 pontos.
Fabinho, Matheus Cunha e as disputas por posição
Fabinho, reserva no meio-campo, terminou a fase com média de 81,6% de aprovação, bem acima de Casemiro. Contra a Escócia, o volante marcou 87,6%.
No ataque, Matheus Cunha consolidou a titularidade. Após a estreia de Igor Thiago, que teve apenas 7,2% de aprovação contra Marrocos, Cunha assumiu o posto e não saiu mais. Contra o Haiti, chegou a 94%. Contra a Escócia, 96,3%. Com três gols no torneio, é o vice-artilheiro da seleção.
Carlo Ancelotti também mexeu no meio: Lucas Paquetá passou a atuar em posição mais centralizada, ajuste tático que o técnico adotou ao longo da fase.
Rayan e Martinelli: trajetórias opostas
Rayan, que estreou numa Copa do Mundo contra o Haiti, teve 47,5% de aprovação naquele jogo. Contra a Escócia, subiu para 84% e fechou seu espaço como titular.
Gabriel Martinelli, do Arsenal, fez o caminho inverso. Contra o Haiti, registrou 71,3%. Diante da Escócia, caiu para 49%.




