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De quase aposentado a campeão mundial: brasileiro Henrique Marques faz história no taekwondo

Primeiro campeão mundial do país na modalidade precisou superar arritmia cardíaca para chegar à medalha de ouro

Por Redação TMC | Atualizado em
Henrique Marques está de vermelho acertando um golpe no adversário
Câmera Fotográfica Brasileiro fez história ao conquistar a medalha de ouro no Mundial na China (Foto: World Taekwondo)

Henrique Marques fez história no taekwondo brasileiro nesta segunda-feira (27/10). Aos 21 anos, se tornou o primeiro atleta do país a se sagrar campeão mundial na modalidade.

Na final da competição, disputada em Wuxi, na China, ele superou o local Xiang Qizhang por 2 a 0 na categoria até 80kg.

“Vínhamos treinando dia após dia, focando nesta medalha, participando de várias competições. Essa medalha é uma construção de todo o trabalho que estamos fazendo”, disse o novo campeão mundial em entrevista ao TMC 360.

Trata-se do segundo ouro do Brasil neste Mundial. O primeiro foi obtido por Maria Clara Pacheco, na categoria até 57kg, na sexta-feira (24/10). O feito da brasileira havia encerrado um jejum de duas décadas sem títulos para o Brasil neste nível no taekwondo – Natália Falavigna foi campeã no Mundial de 2005, em Madri.

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Henrique Marques, portanto, somou apenas o terceiro ouro do Brasil em eventos deste porte. E foi o primeiro atleta masculino do país a alcançar tal feito. O lutador fluminense, de 21 anos, vem em alta na carreira, após alcançar as quartas de final na Olimpíada de Paris-2024.

A chegada ao topo, porém, contou com um grande susto em seu caminho. Há dois anos, às vésperas dos Jogos Pan-Americanos de Santiago, ele precisou se afastar dos treinos por causa de uma arritmia cardíaca.

Marques precisou ser submetido a uma cirurgia para corrigir o problema no coração.

“Meu coração batia errado 33 mil vezes ao dia. Depois da cirurgia, fizemos o teste novamente. E não teve nenhuma arritmia. Meu problema foi solucionado graças a toda equipe de médicos que trabalhou no meu caso. Agora tenho que fazer o acompanhamento de cinco em cinco meses para saber se está tudo certo. Mas as arritmias foram embora”, contou ao TMC 360.

Por Felipe Rosa Mendes

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