Uma lesão no músculo adutor da coxa esquerda tirou Wesley da Copa do Mundo de 2026. O lateral-direito da Roma teve o problema confirmado após exames de imagem e não terá tempo hábil para se recuperar antes da estreia da seleção brasileira, marcada para daqui a seis dias.
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O desconforto surgiu durante a partida contra o Egito, disputada neste sábado (06/06). Após sentir dores, o jogador precisou ser substituído e, posteriormente, passou por uma ressonância magnética, que confirmou a lesão muscular.
A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) informou o diagnóstico, mas não divulgou o grau da lesão, fator considerado determinante para estimar o período de recuperação.
As lesões musculares estão entre as mais comuns no futebol e são divididas em três categorias. As de grau 1 envolvem pequenas rupturas detectadas apenas por exames, com recuperação entre duas e quatro semanas. As de grau 2 apresentam ruptura parcial das fibras musculares e costumam exigir de quatro a oito semanas de tratamento. Já as de grau 3 correspondem à ruptura total do músculo, podendo demandar cirurgia e afastamento superior a oito semanas.
O calendário apertado de uma Copa do Mundo dificulta o retorno seguro do atleta. Antecipar a volta aos gramados aumenta significativamente o risco de uma nova lesão, especialmente em movimentos que exigem explosão ou grande alongamento muscular.
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A lesão de Wesley é do mesmo tipo da sofrida por Neymar recentemente. No entanto, o atacante já estava em processo de recuperação há mais tempo, o que amplia as chances de retorno.
Para os especialistas, iniciar o tratamento o quanto antes é um fator importante para acelerar a recuperação e aumentar a possibilidade de o atleta estar apto a jogar.




