Entenda por que a Justiça periciará contrato de R$ 106 mil de Fernanda Lima

Fernanda Lima alega falta de transparência e investimentos não autorizados; ação de cobrança fica suspensa até conclusão da análise pericial

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(Foto: Instagram/ @fernandalima)

A disputa judicial entre a apresentadora Fernanda Lima e a Prada Administradora — empresa que realizou a gestão financeira e o planejamento patrimonial das empresas e ativos da famosa por quatro anos — teve uma reviravolta. O juiz titular da 32ª Vara Cível do Foro Central de São Paulo determinou a realização de uma perícia técnica minuciosa para auditá-los.

A briga teve início após a gestora cobrar R$ 106 mil de Fernanda por serviços que teriam sido prestados na fase final do contrato, encerrado em 2025. A apresentadora rejeitou a dívida, acionou a Justiça e obteve a suspensão da cobrança até que a perícia seja concluída.

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O que Fernanda Lima alega?

Ao contestar a execução da dívida, a defesa de Fernanda Lima estruturou o pedido de auditoria em três pilares principais:

  • Falta de transparência: Questionou a clareza com que o balanço e a prestação de contas das empresas eram apresentados;

  • Fuga do perfil de investimento: Afirmou que a gestora alocou recursos de seu patrimônio em aplicações que não condiziam com seu perfil de investidora;

  • Operações sem aval: Alegou que movimentações e investimentos teriam sido executados sem a sua autorização formal.

O que a perícia judicial vai investigar?

O escopo definido pelo magistrado para a perícia técnica é amplo e promete passar um verdadeiro “pente fino” na relação comercial entre as partes. A auditoria vai apurar se os serviços cobrados no valor de R$ 106 mil foram efetivamente entregues pela empresa e se as aplicações financeiras realizadas por ela geraram prejuízos ao patrimônio de Fernanda Lima.

Além disso, o perito investigará se a gestora cumpriu o dever de informação, esclarecendo detalhadamente cada operação ao longo do contrato, e avaliará qual das partes deu causa ao término da parceria, verificando a existência de respaldo para a cobrança de multas. Nas próximas semanas, os advogados de ambos os lados deverão indicar seus assistentes técnicos e definir como será feito o rateio das despesas do processo pericial.

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