Após a atuação pouco convincente de Igor Thiago no comando de ataque da Seleção Brasileira na estreia da Copa do Mundo, Matheus Cunha foi titular na partida contra o Haiti e não desperdiçou a chance.
O atacante do Manchester United balançou as redes duas vezes diante do Haiti e escolheu uma comemoração bem específica: surfar uma onda imaginária.
A cena não foi por acaso. Cunha cultiva uma ligação real com o surfe fora dos gramados, e a história começa longe da Europa.
Da praia ao campo
O primeiro contato de Cunha aconteceu durante uma passagem pelo Rio Grande do Norte, onde conheceu Ítalo Ferreira, um dos maiores nomes da história do surfe brasileiro. Amizade que virou homenagem dentro de campo e se tornou a marca registrada do atacante.
Nem mesmo a mudança para a Inglaterra apagou esse hábito. Cunha utiliza uma piscina de ondas artificiais em Bristol durante as folgas para manter o hobbie.
Dois gols, uma comemoração
Com a bola nos pés e o surfe na cabeça, Cunha transformou a estreia como titular em festa. Dois gols marcados, duas comemorações idênticas e uma mensagem clara para o amigo Ítalo nas arquibancadas do mundo inteiro.
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