O atacante Paulinho do Palmeiras, continua sendo o centro das atenções, mas não pelo que tem apresentado dentro das quatro linhas. Durante o programa Papo de Craque 2º Tempo, da TMC, a bancada de comentaristas analisou a complexa situação médica do jogador e o impacto de suas aparições em eventos sociais durante o período de recuperação.
Paulinho enfrenta um processo de recuperação desafiador. Segundo as informações discutidas no programa, o atleta sofreu uma fissura por estresse na canela, uma lesão em que o osso apresenta pequenas rachaduras devido à sobrecarga.
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A situação se agravou porque o primeiro procedimento cirúrgico — realizado na época em que o atleta estava no Atlético Mineiro — não obteve o resultado esperado, pois o osso não se consolidou adequadamente. Foi necessária uma segunda intervenção, desta vez para a instalação de uma placa metálica no local, visando dar estabilidade e permitir a cicatrização definitiva. Estima-se que o jogador precise de mais três a quatro semanas para ser liberado para os treinamentos de campo.
Críticas ao extracampo
O ponto de maior atrito no debate foi o comportamento do jogador fora do clube. Os comentaristas destacaram que, enquanto as imagens de Paulinho treinando são raras, suas aparições em rodas de samba, desfiles de moda (São Paulo Fashion Week) e eventos sociais são frequentes.
A discussão girou em torno do conceito de “escolha profissional”. Embora o jogador tenha direito ao lazer em seus momentos de folga, a bancada argumentou que um atleta de alto nível, especialmente durante uma recuperação crítica, deve priorizar o descanso e a nutrição.
“O jogador pode se divertir na folga, mas o corpo precisa de horas de sono e alimentação correta para regenerar. É uma escolha que impacta o tempo de retorno e o desempenho do time”, pontuou andré galvão.
Perspectivas para o futuro
Com o contrato em vigor e um investimento alto por parte do clube (estimado em cerca de R$ 118 milhões ao longo do vínculo, segundo citado no vídeo), a pressão por resultados aumenta. A expectativa é que Paulinho retorne gradualmente em fevereiro, mas o clima de desconfiança entre parte da imprensa e da torcida sobre o seu comprometimento real com a carreira atlética permanece como um desafio extra para o jogador de 35 anos.
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