Após o jogo entre Vitória e Grêmio no Barradão nesta segunda-feira (07/09), pela 26ª rodada do Campeonato Brasileiro, vencido pelo clube mandante por 1 a 0, o presidente do Leão, Fábio Mota, fez duras críticas à diretoria do Tricolor.
Em entrevista à Rádio Sociedade, o dirigente classificou o clube gaúcho como “caloteiro” ao cobrar pendências financeiras referentes à negociação do zagueiro Wagner Leonardo.
Cobrança de dívida e críticas à gestão
A venda do defensor para o Grêmio foi fechada por US$ 4,5 milhões (cerca de R$ 26 milhões na cotação da época). Após o triunfo em campo que garantiu três pontos na tabela do Brasileirão, Mota destacou que a vitória foi um ato de justiça diante das pendências financeiras do rival no mercado nacional.
O estopim para as declarações envolve o atraso nos pagamentos da transferência realizada em 2025. Segundo o dirigente do clube baiano, o débito atual soma cerca de R$ 2,5 milhões, e a falta de repasse levou o rubro-negro a buscar medidas judiciais na CBF.
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O Vitória acionou a Câmara Nacional de Resolução de Disputas em outubro de 2025 para cobrar os valores atrasados. Fábio Mota afirmou que pretende entrar com execução judicial até novembro caso o débito não seja quitado.
O presidente criticou a postura dos dirigentes gremistas, alegando que a comitiva do adversário permaneceu no hotel e não compareceu ao estádio. Mota lembrou a cota de R$ 9 milhões que o Grêmio receberá da CBF pela vaga nas semifinais do torneio nacional.




