Em Maio de 2025, Samir Xaud foi eleito presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) com 103 dos 108 votos possíveis. O mandato é de quatro anos, com término em 2029.
Ao todo, 26 federações e 20 clubes estiveram presentes na votação. Xaud, apesar de ser candidato único, contou com o apoio de 25 federações estaduais, totalizando 108 votos possíveis, já que voto de federação tem peso três, de clube da Série A, dois, e da Série B, um.
A eleição aconteceu com metade dos clubes de fora, 21 deles anunciaram boicote, mas Cruzeiro, Santos e Operário furaram o combinado e participaram do pleito.
Promessas de renovação
No discurso de posse, Xaud afirmou: “Hoje iniciamos uma nova fase na Confederação Brasileira de Futebol. Nossa gestão, e faço questão de usar o plural, será marcada pela renovação das ideias e pela agregação de todos aqueles dispostos a contribuir efetivamente para o desenvolvimento pleno do nosso esporte”.
Ele também declarou: “Não cheguei até aqui sozinho. Faço parte de um grupo que se uniu com um único propósito: construir uma nova CBF, moderna, participativa e comprometida com o desenvolvimento da indústria do futebol”.
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Entre as prioridades anunciadas estavam a reorganização do calendário, que foi implementado, e o fair play financeiro. Além disso, foi neste período que Samir apresentou o novo técnico da Seleção Brasileira
Caminho até a eleição
O processo que levou Xaud à presidência começou com o afastamento de Ednaldo Rodrigues do cargo. Depois disso, 19 federações publicaram manifesto pedindo renovação na CBF. Xaud emergiu como candidato e o grupo opositor, liderado por Reinaldo Carneiro Bastos, presidente da Federação Paulista de Futebol, não conseguiu montar uma chapa viável.
Oito vice-presidentes foram eleitos junto com Xaud, entre eles Ednailson Leite Rozenha, Fernando José Macieira Sarney, Flávio Diz Zveiter e Michelle Ramalho Cardoso.




