O Comando Central das Forças Armadas dos Estados Unidos anunciou a morte de um quarto militar norte-americano. A confirmação ocorreu nesta segunda-feira (02/03). O soldado havia sido gravemente ferido nos ataques iniciais do Irã.
A morte acontece após operação conjunta de Estados Unidos e Israel contra o Irã ter resultado na morte do líder supremo iraniano, aiatolá Ali Khamenei. A ação desencadeou ataques de retaliação em diversos países da região.
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O conflito se expandiu para um número crescente de localidades. O balanço de mortos está em ascensão. Os ataques começaram no sábado e alimentam temores de uma guerra mais ampla. Há preocupações com possíveis danos à economia mundial.
A violência ligada ao conflito tem repercutido em todo o mundo. Ataques de retaliação foram registrados em vários países da região.
Ali Larijani, chefe do Conselho Supremo de Segurança Nacional em Teerã, declarou nesta segunda-feira (02/03) que o Irã não pretende negociar com os Estados Unidos.
Por meio de publicação na rede social X, Larijani negou que autoridades iranianas estejam dispostas a retomar conversas com o governo de Donald Trump. A negativa ocorre após o início da onda de ataques americanos e israelenses contra o território iraniano.
A escalada de violência ocorreu no fim de semana. Ela aconteceu depois de uma série de negociações entre Teerã e Washington.
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Múltiplas explosões foram ouvidas na madrugada desta segunda-feira (02/03) em Teerã, capital do Irã. As explosões também foram registradas nas cidades de Karaj e Sanandaj. A informação foi divulgada pela mídia estatal iraniana.
O Exército israelense afirmou que lançou, nesta segunda-feira (02/03), uma onda de ataques contra o Hezbollah “em todo o Líbano”. A ação ocorreu após disparos de foguetes reivindicados pelo grupo apoiado pelo Irã.
No domingo, o presidente Trump afirmou à revista The Atlantic que líderes iranianos teriam demonstrado interesse em retomar o diálogo. “Eles querem conversar e eu concordei, então vou falar com eles”, disse o presidente norte-americano.
Larijani, contudo, negou a informação. Ele reforçou que o Irã não tem intenção de negociar. Nas redes sociais, o iraniano foi enfático ao afirmar “não negociaremos com os Estados Unidos”.
