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Mansoureh Khojasteh, esposa de Ali Khamenei, morre três dias após ataques no Irã

Ela estava em coma desde os ataques de sábado que mataram Khamenei, segundo a agência de notícias local Tasnim

Por Redação TMC | Atualizado em
Mansoureh Khojasteh
Câmera Fotográfica (Foto: IranLiveWire via X)

As autoridades iranianas confirmaram a morte da esposa do aiatolá Ali Khamenei, líder supremo do Irã que foi assassinado no sábado (28/02). Mansoureh Khojasteh, de 79 anos, morreu nesta segunda-feira (02/03) em decorrência de ferimentos causados pelo ataque há três dias. Ela estava em coma desde os ataques de sábado que mataram Khamenei, segundo a agência de notícias local Tasnim. O bombardeio também matou os filhos e uma sobrinha do aiatolá.

A ofensiva israelense resultou na morte de diversos membros importantes da inteligência iraniana. Entre as vítimas também estão Sayed Yahya Hamidi, vice-ministro da inteligência iraniana responsável por assuntos israelenses, e Jalal Pour Hossein, chefe da divisão de espionagem do Ministério da Inteligência. Três membros da Guarda Revolucionária e cinco militares iranianos também foram mortos nos ataques entre sábado (28/02) e segunda-feira (02/03).

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Israel afirmou que irá intensificar os ataques nas próximas horas e dias contra “elementos-chave do regime iraniano”. As Forças de Defesa de Israel avaliam que o Irã está tentando realizar bombardeios de mísseis balísticos maiores e mais coordenados contra o território israelense.

Leia mais: Quem foi Ali Khamenei, aiatolá líder supremo do Irã

Sete países emitiram comunicado um conjunto sobre os ataques iranianos. Arábia Saudita, Bahrein, Jordânia, Kuwait, Catar, Emirados Árabes Unidos e Estados Unidos afirmaram que os ataques iranianos contra territórios de países árabes do Golfo é “inaceitável” e que uma resposta virá. A informação foi divulgada pela rede de televisão pan-árabe Al Jazeera.

Um porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Catar afirmou que os ataques iranianos em curso “não podem ficar sem retaliação”. Em declaração conjunta, os sete países reafirmam “o direito à autodefesa” contra esses ataques para “defender nossos cidadãos”.

O Irã realizou ataques contra territórios de países árabes do Golfo, aliados dos Estados Unidos. Os bombardeios israelenses ocorreram em um contexto de escalada militar entre Israel e Irã. Israel justificou os ataques como resposta a ações iranianas.

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