Princesa britânica Kate alerta que tempo de tela alimenta “epidemia da desconexão”

A princesa britânica Kate alertou, nesta quinta-feira (09), que os smartphones e outros dispositivos digitais estão desempenhando um papel fundamental em uma “epidemia de desconexão” que ameaça o desenvolvimento de crianças pequenas. “Embora os dispositivos digitais prometam nos manter conectados, eles frequentemente fazem o contrário”, escreveu Kate, esposa do herdeiro do trono do Reino Unido, […]

Por Redação TMC | Atualizado em
O príncipe britânico William, príncipe de Gales, e Kate, princesa de Gales, passeiam em uma carruagem durante uma procissão pelo Castelo de Windsor, Grã-Bretanha (REUTERS/Toby Melville/Pool)

A princesa britânica Kate alertou, nesta quinta-feira (09), que os smartphones e outros dispositivos digitais estão desempenhando um papel fundamental em uma “epidemia de desconexão” que ameaça o desenvolvimento de crianças pequenas.

“Embora os dispositivos digitais prometam nos manter conectados, eles frequentemente fazem o contrário”, escreveu Kate, esposa do herdeiro do trono do Reino Unido, o príncipe William, em um artigo conjunto com o professor Robert Waldinger, da Harvard Medical School.

Kate, que tem três filhos — o príncipe George, de 12 anos, a princesa Charlotte, de 10, e o príncipe Louis, de sete anos — disse que o desafio é “particularmente grave” para bebês e crianças pequenas nascidas em um mundo imerso em tecnologia digital.

Em uma entrevista com Eugene Levy para o programa de viagens do ator, que foi ao ar na semana passada, seu marido William disse que nenhum de seus filhos tem permissão para usar telefones celulares.

“Estamos criando uma geração que pode estar mais ‘conectada’ do que qualquer outra na história e que, ao mesmo tempo, está mais isolada, mais solitária e menos equipada para formar relacionamentos calorosos e significativos que, segundo as pesquisas, são a base de uma vida saudável”, disse Kate em seu artigo.

Ela citou os resultados do estudo de desenvolvimento de adultos de Harvard, o mais antigo do mundo sobre o assunto, que mostrou que o melhor indicador de uma vida feliz e saudável é a qualidade das conexões de um indivíduo com outras pessoas.

“Olhe nos olhos das pessoas com quem você se importa e esteja totalmente presente, porque é aí que o amor começa”, disse ela.

O artigo foi publicado pelo Royal Foundation Centre for Early Childhood.

Reuters – tradução da Redação São Paulo

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