O senador Laércio Oliveira (PP-SE) participou do TMC 360 nesta quarta-feira (04/02) comentou sobre o caso Banco Master e seus desdobramentos nos trabalhos do Congresso Nacional. O vice-presidente da CAE (Comissão de Assuntos Econômicos) acredita que a discussão desse tipo de assunto pode atrapalhar a rotina legislativa.
“É um caso de polícia, na verdade é isso. Quem fez os seus malfeitos precisam pagar por isso e os órgãos de fiscalização envolvidos no assunto precisam ter a liberdade de atuar. A função do Congresso não é essa [de investigar]. Não participo de CPI. CPI é um palaque eletrônico, onde cada um aproveita o momento, porque sabe que a mídia está cobrindo. Essa é uma questão que envolve o Ministério Público, a Polícia Federal, o Supremo Tribunal Federal. Órgãos que tem a função de investigar e punir os culpados”, disse.
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Ao ser questionado sobre o papel do Centrão e se o partido do parlamentar errou ou acertou ao assinar o pedido para abertura de uma CPMI para investigar o caso Master, Oliveira afirmou que “a sociedade precisa de uma resposta. Acho que o Centrão, do qual faço parte, não pode de eximir sobre hipótese nenhuma. Absurdo seria se o Centrão fizesse movimentos para não preencher requisitos necessários para instalar a Comissão”, afirmou.
Sobre a escala 6×1, o vice-presidente da CAE disse ser contra. “O Brasil precisa de produtividade e de oportunidades de emprego para as pessoas. Muitas vezes a gente percebe que determinados projetos tem objetivos eleitoreiros para trazer um falso ambiente para os trabalhadores”, finalizou.
