STF forma maioria para manter “prefeito tiktoker” no cargo em Sorocaba

Placar parcial da Segunda Turma está em 3 a 0 pela permanência de Manga no cargo

Por Redação TMC | Atualizado em
Rodrigo Manga caminha por Brasília
(Foto: Rodrigo Manga via Facebook)

A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria nesta sexta-feira (08/05) para manter Rodrigo Manga (Republicanos) no cargo de prefeito de Sorocaba (SP). Conhecido nacionalmente como “prefeito tiktoker”, Manga havia sido afastado por 145 dias no âmbito da Operação Copia e Cola, que investiga supostas irregularidades em contratos da saúde no município.

O placar parcial está em 3 votos a 0 pela permanência do prefeito no cargo. Até o momento, acompanharam o relator, ministro Kassio Nunes Marques, os ministros Dias Toffoli e André Mendonça. Ainda faltam os votos de Gilmar Mendes e Luiz Fux. O julgamento ocorre no plenário virtual da Corte e segue aberto até 11/05.

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A decisão analisada pelos ministros confirma uma liminar concedida por Nunes Marques em 31 de março, que autorizou o retorno de Manga ao comando da prefeitura após o afastamento determinado pelo Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF-3).

Na decisão, o relator afirmou que a manutenção do afastamento representaria uma “intervenção excessiva na esfera política e administrativa” de Sorocaba. O prazo original da medida cautelar era de 180 dias e terminaria em 4 de maio.

Rodrigo Manga é investigado pela Polícia Federal por suspeitas de corrupção e desvio de dinheiro público em contratos emergenciais da área da saúde. A apuração começou em 2022 e levou à segunda fase da Operação Copia e Cola, deflagrada em novembro de 2025.

Segundo a investigação, haveria indícios de irregularidades na contratação de uma organização social responsável pela administração de unidades de pronto atendimento da cidade. O Ministério Público Federal denunciou 13 pessoas no caso, entre elas o próprio prefeito, a primeira-dama Sirlange Frate Maganhato e a mãe do prefeito, Zoraide Batista Maganhato.

A defesa de Manga afirmou que a decisão do STF confirma que não havia justificativa para o afastamento do prefeito. Em nota, o advogado Daniel Leon Bialski declarou que o prefeito seguirá no cargo e provará sua inocência ao longo do processo.

Apesar da maioria formada no STF sobre o retorno ao cargo, a investigação criminal continua em andamento na Justiça Federal.

Rodrigo Manga ganhou projeção nacional pelo uso intenso das redes sociais e pela publicação frequente de vídeos humorísticos e promocionais sobre ações da prefeitura, o que lhe rendeu o apelido de “prefeito tiktoker”.

A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria nesta sexta-feira (08/05) para manter Rodrigo Manga (Republicanos) no cargo de prefeito de Sorocaba (SP). Conhecido nacionalmente como “prefeito tiktoker”, Manga havia sido afastado por 145 dias no âmbito da Operação Copia e Cola, que investiga supostas irregularidades em contratos da saúde no município.

O placar parcial está em 3 votos a 0 pela permanência do prefeito no cargo. Até o momento, acompanharam o relator, ministro Kassio Nunes Marques, os ministros Dias Toffoli e André Mendonça. Ainda faltam os votos de Gilmar Mendes e Luiz Fux. O julgamento ocorre no plenário virtual da Corte e segue aberto até 11/05.

A decisão analisada pelos ministros confirma uma liminar concedida por Nunes Marques em 31 de março, que autorizou o retorno de Manga ao comando da prefeitura após o afastamento determinado pelo Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF-3).

Na decisão, o relator afirmou que a manutenção do afastamento representaria uma “intervenção excessiva na esfera política e administrativa” de Sorocaba. O prazo original da medida cautelar era de 180 dias e terminaria em 4 de maio.

Rodrigo Manga é investigado pela Polícia Federal por suspeitas de corrupção e desvio de dinheiro público em contratos emergenciais da área da saúde. A apuração começou em 2022 e levou à segunda fase da Operação Copia e Cola, deflagrada em novembro de 2025.

Segundo a investigação, haveria indícios de irregularidades na contratação de uma organização social responsável pela administração de unidades de pronto atendimento da cidade. O Ministério Público Federal denunciou 13 pessoas no caso, entre elas o próprio prefeito, a primeira-dama Sirlange Frate Maganhato e a mãe do prefeito, Zoraide Batista Maganhato.

A defesa de Manga afirmou que a decisão do STF confirma que não havia justificativa para o afastamento do prefeito. Em nota, o advogado Daniel Leon Bialski declarou que o prefeito seguirá no cargo e provará sua inocência ao longo do processo.

Apesar da maioria formada no STF sobre o retorno ao cargo, a investigação criminal continua em andamento na Justiça Federal.

Rodrigo Manga ganhou projeção nacional pelo uso intenso das redes sociais e pela publicação frequente de vídeos humorísticos e promocionais sobre ações da prefeitura, o que lhe rendeu o apelido de “prefeito tiktoker”.

Leia mais: Alexandre de Moraes é sorteado relator de ações que questionam Lei da Dosimetria

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