Governo do Rio de Janeiro pretende realizar novas operações policiais no estado

Na lista de novas megaoperações estariam favelas com grande poder de resistência

Por Redação TMC | Atualizado em
Comunidade no Rio de Janeiro
Na lista de novas megaoperações, estariam favelas com grande poder de resistência (Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil)

Por Luiza Rodrigo, TMC Rio de Janeiro

O Governo do Rio de Janeiro pretende realizar novas operações semelhantes a realizada nos complexos do Alemão e da Penha, que resultou em 121 mortos e 99 presos na semana passada.

Outras medidas também estão nos planos do governo estadual. Em dezembro, favelas da região de Jacarepaguá devem ser ocupadas e, a partir da próxima semana, grupos de policiais farão incursões diárias na Zona Sudoeste e na Baixada Fluminense para a retirada de barricadas.

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Na lista de novas megaoperações, estariam favelas com grande poder de resistência, como a Rocinha, a Cidade de Deus, o Complexo da Maré e o Complexo de Israel, que inclui Vigário Geral, Parada de Lucas e Cidade Alta. Essas ações já teriam autorização judicial.

O secretário de Segurança Pública, Victor dos Santos, explicou que a Operação Contenção, realizada na semana passada, é uma operação permanente, com o foco de descapitalizar as facções e que elas vão seguir acontecendo, mas evitou confirmar os locais que serão alvos das futuras operações.

Santos afirmou ainda que os inquéritos que identificam chefes de quadrilhas e demais criminosos responsáveis por essas áreas estão em estágio avançado.


Homenagens aos policiais

A Missa de Sétimo Dia em memória dos policiais mortos na megaoperação nos complexos da Penha e do Alemão será realizada nesta quinta (06/11), às 17h, no Theatro Municipal. Durante a cerimônia, o governador Cláudio Castro prestará homenagens também aos policiais feridos e aos demais agentes das polícias Civil e Militar que participaram da ação.

Serão homenageados Marcus Vinícius Cardoso de Carvalho, de 51 anos, que era chefe de investigação da 53ª DP (Mesquita); Rodrigo Velloso Cabral, de 34 anos, policial civil da 39ª DP (Pavuna); Cleiton Serafim Gonçalves, policial do Bope; e Heber Carvalho da Fonseca, de 39 anos, também policial do Bope.

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