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Secretaria de Trabalho dos EUA publica bandeira nacionalista e preocupa líderes europeus

Slogan "América em primeiro lugar" foi divulgado no mesmo dia de críticas de Emmanuel Macron à política externa dos EUA

A Secretaria de Trabalho dos Estados Unidos divulgou em seu perfil na rede social X uma imagem da bandeira de Betsy Ross, uma das primeiras versões do símbolo nacional americano. A publicação aconteceu nesta quinta-feira (8), mesmo dia em que o presidente francês Emmanuel Macron fez críticas à política externa americana. A bandeira histórica, que antecede a Guerra Civil, apresenta 13 estrelas brancas dispostas em círculo sobre fundo azul, representando as colônias originais que formaram os EUA no século XVIII.

A postagem foi acompanhada da mensagem: “O patriotismo vai prevalecer. América em primeiro lugar. Sempre.” O texto faz referência ao slogan “America First“, frequentemente utilizado pelo presidente Donald Trump em sua administração.

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A divulgação deste símbolo histórico ocorre em um momento de tensão nas relações diplomáticas entre os EUA e países europeus. Embora a bandeira tenha origem na época da Revolução Americana, grupos nacionalistas e conservadores nos Estados Unidos têm adotado este emblema nos últimos anos.

O presidente da França, Emmanuel Macron, fez declarações sobre a postura internacional dos EUA durante seu discurso anual aos embaixadores franceses. “Os Estados Unidos são uma potência consolidada, mas estão se distanciando progressivamente de alguns de seus aliados e desrespeitando as normas internacionais que ainda promoviam até recentemente”, afirmou o presidente da França em seu pronunciamento.

Macron também expressou preocupações sobre o cenário internacional atual. “As instituições multilaterais funcionam de forma cada vez pior. Estamos evoluindo para um mundo de grandes potências com uma verdadeira tentação de dividir o mundo”, declarou o líder francês.

Leia mais: EUA anunciam saída de dezenas de entidades da ONU; Guterres lamenta decisão

Em seu discurso, o presidente francês mencionou sua posição de “rejeitar o novo colonialismo, o novo imperialismo” e caracterizou o contexto diplomático atual como marcado por “agressividade neocolonial”.

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