A tornozeleira eletrônica do rapper Oruam apresentou 28 interrupções de sinal por falta de carregamento, em apenas 43 dias de monitoramento. Por causa disso, a 3ª Vara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro expediu mandado de prisão preventiva contra o artista na última terça-feira (03/02). O cantor é considerado foragido desde então.
A decisão judicial ocorreu após o Superior Tribunal de Justiça (STJ) revogar a liminar que permitia a liberdade do rapper. O ministro Joel Ilan Paciornik ressaltou que o artista descumpria, frequentemente, as medidas cautelares impostas, especialmente a obrigação de manter o dispositivo de monitoramento carregado.
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Os registros nos autos do processo mostram que as interrupções no funcionamento do equipamento aconteciam, predominantemente, em períodos noturnos e aos finais de semana.
Um dia antes da expedição do mandado de prisão, Oruam alegou que o dispositivo apresentava problemas técnicos e falhas no funcionamento.
Nas redes sociais, Oruam publicou um vídeo em que registrou diversas tentativas de carregar o aparelho, todas sem sucesso, segundo ele. A publicação, intitulada “A verdade”, mostra que o dispositivo estaria com problemas no carregamento, o que justificaria o desligamento do equipamento.
Não há informações sobre o paradeiro atual do rapper desde que foi considerado foragido. O processo contra Mauro Davi continua em andamento na esfera estadual do Rio.
