Visitar Fernando de Noronha vai ficar mais caro: ingresso sobe para R$ 192 em novembro

Reajuste de 2,9% começa a valer em 1º de novembro e afeta turistas brasileiros e estrangeiros; moradores e idosos seguem isentos

Por Redação TMC | Atualizado em
Vista aérea do Parque Nacional Marinho de Fernando de Noronha, em Pernambuco. Mar com vários tons de azul.
Fernando de Noronha abrange cerca de 70% do arquipélago e reúne algumas das praias mais preservadas do Brasil.(Foto: Azzedine Rouichi/Unsplash)

O ingresso para visitar o Parque Nacional Marinho de Fernando de Noronha (PE) será reajustado a partir de 1º de novembro de 2025.
Os novos valores serão de R$ 192 para brasileiros e R$ 384 para estrangeiros, conforme anunciou o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), responsável pela gestão da unidade.

O aumento representa cerca de 2,9% em relação às tarifas anteriores — que eram de R$ 186,50 e R$ 373, respectivamente. O ingresso dá acesso a cerca de 70% da área do arquipélago, incluindo as praias, trilhas e mirantes que compõem a região do parque.

Por que o ingresso ficou mais caro

Segundo o ICMBio, o reajuste está vinculado ao Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), que regula a atualização anual de tarifas em diversas unidades de conservação.
A arrecadação é usada para manter e conservar as infraestruturas do parque, como passarelas, trilhas, centros de visitantes e sistemas de monitoramento ambiental.

Quem paga e quem é isento

Os novos valores valem para todos os visitantes — brasileiros e estrangeiros.
No entanto, há grupos isentos do pagamento, como:

  • crianças menores de 12 anos;
  • brasileiros com mais de 60 anos;
  • moradores regularizados de Noronha e seus parentes de primeiro grau;
  • profissionais autorizados a trabalhar na ilha;
  • pesquisadores com licença válida emitida pelos órgãos competentes.

O que o visitante precisa saber

  • O ingresso pode ser adquirido on-line ou no Centro de Visitantes da ilha.
  • A validade é de 10 dias consecutivos, segundo o Diário de Pernambuco.
  • Mesmo com o ingresso do parque, o turista deve pagar também a Taxa de Preservação Ambiental (TPA), cobrada pelo governo de Pernambuco, que é calculada conforme o número de dias de permanência.

Planejamento e custos

Para quem planeja visitar o arquipélago após 1º de novembro, é importante incluir o reajuste e a TPA no orçamento da viagem.
O aumento, embora pequeno em percentual, impacta o custo total de estadias longas ou grupos familiares.
Estrangeiros devem considerar o valor dobrado em relação ao de brasileiros.
Já os visitantes com direito à isenção precisam apresentar documentação comprobatória na entrada.

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