A Polícia Civil confirmou que o piloto Gustavo Henrique Lara morreu por asfixia logo após o tradicional trote do “banho de óleo”. O laudo pericial finalizado nesta segunda-feira (20/07) aponta que o jovem de 27 anos sofreu uma reação alérgica grave pela exposição ao produto químico.
O inchaço bloqueou a garganta da vítima e impediu a passagem de ar para os pulmões. O caso aconteceu na última quinta-feira (16/07) em Ponta Grossa, nos Campos Gerais do Paraná, durante a comemoração do primeiro voo solo do engenheiro.
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Testemunhas relataram que Gustavo começou a ficar zonzo e com muita dificuldade para respirar assim que recebeu o óleo de motor no corpo. A equipe médica tentou reverter a crise convulsiva e as paradas cardiorrespiratórias, mas o rapaz não resistiu ao choque anafilático.
O instrutor de voo responsável por jogar a substância chegou a ser preso em flagrante por homicídio culposo, quando não há intenção de matar. Ele pagou uma fiança de R$ 3 mil e agora responde ao inquérito em liberdade.
A delegacia responsável pelo caso continua ouvindo familiares e os administradores do aeroclube em busca de imagens que mostrem o momento do batismo. A equipe de investigação quer descobrir a composição exata, a quantidade e as reais condições de uso do óleo derramado. Os policiais também tentam descobrir se o piloto ingeriu alguma outra substância antes do voo que possa ter agravado a reação alérgica fatal ao produto químico.




