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ONU pede investigação sobre ataque a escola no Irã que matou 150 estudantes

Bombardeio atingiu instituição de ensino feminina no sul do país no sábado e alto comissário Volker Türk solicita apuração rápida e imparcial

O alto comissário da ONU para os Direitos Humanos, Volker Türk, solicitou apuração sobre o bombardeio a uma escola de meninas no sul do Irã. O ataque aconteceu no sábado (01/03) e resultou em mortes. A porta-voz do escritório de direitos humanos da organização, Ravina Shamdasani, anunciou o pedido nesta terça-feira (03/03) em Genebra.

Türk defende uma investigação “rápida, imparcial e minuciosa” sobre as circunstâncias do bombardeio. O ataque ocorreu no primeiro dia das ofensivas dos Estados Unidos e de Israel contra o país.

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O embaixador do Irã na ONU em Genebra, Ali Bahreini, informou que 150 estudantes morreram no bombardeio. Ele enviou uma carta a Türk em 1º de março classificando o ataque como “injustificável” e “criminoso”.

Shamdasani afirmou que cabe às forças responsáveis pelo ataque investigar o caso. A porta-voz declarou que Türk também pediu que todas as partes ajam com moderação e retomem as negociações.

“Isso é absolutamente horrível”, disse Shamdasani. Ela afirmou que imagens que circulam nas redes sociais mostram “a essência da destruição, do desespero, da falta de sentido e da crueldade deste conflito”.

O escritório de direitos humanos da ONU informou que ainda não tem informações suficientes para determinar se o bombardeio pode ser considerado crime de guerra. O órgão não apontou quem considera responsável pela ofensiva.

O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, afirmou na segunda-feira (02/03) que as forças americanas “não atacariam deliberadamente uma escola”. Israel informou que está investigando o incidente.

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