O secretário de Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth, afirmou que não existe prazo definido para o término das operações militares contra o Irã. A declaração foi feita nesta quinta-feira (19/03), quando o conflito travado por Estados Unidos e Israel completa 20 dias. A decisão sobre quando encerrar a guerra caberá ao presidente Donald Trump.
Hegseth comunicou a jornalistas durante coletiva de imprensa que o governo americano prefere não estabelecer limite temporal para as ações militares. O secretário indicou que as operações seguem conforme planejado.
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“Não gostaríamos de estabelecer um prazo definitivo”, disse Hegseth. “Estamos no caminho certo”, acrescentou.
A posição do Pentágono representa mudança em relação às declarações anteriores sobre o conflito. Trump havia indicado que a guerra duraria até cinco semanas. A nova abordagem sugere flexibilidade quanto ao cronograma das operações.
“Em última análise, será o presidente quem decidirá quando vamos dizer: ‘Ok, cumprimos o que precisávamos’.”
As operações militares iniciaram há três semanas no Oriente Médio. O Irã mantém ataques contra instalações americanas em países vizinhos. Alvos estratégicos relacionados ao fornecimento de petróleo na região também foram atingidos pelas forças iranianas.
Washington manterá a ofensiva militar contra Teerã. Trump garantiu à NBC News que o Irã demonstra interesse em negociações. As forças americanas prosseguirão com as operações planejadas.
No domingo (15/03), o governo iraniano emitiu advertência a outros países. Qualquer intervenção resultaria em “uma escalada” do conflito.
Uma pesquisa do Instituto da Democracia de Israel foi realizada dez dias após o início das hostilidades. Os resultados apontam que 81% da população israelense aprovam a guerra. O percentual alcança 92,5% quando os árabes israelenses são excluídos da amostra.
Trump demonstra intenção de concluir a guerra rapidamente e proclamar vitória. O presidente utiliza sua rede social para enumerar avanços das forças americanas. Em Israel, há forte apoio popular à ofensiva militar do governo Benjamin Netanyahu contra o regime dos aiatolás.




