A Organização Mundial da Saúde atribui a Israel a morte de nove paramédicos e ferimentos em outros sete profissionais de saúde. Os bombardeios ocorreram neste sábado (28/03), no sul do Líbano, no dia em que os ataques de EUA e Israel ao Irã completam um mês.
Foram cinco bombardeios distintos contra serviços de saúde na região. Um ataque israelense separado matou três jornalistas.
As forças armadas de Israel reconheceram o bombardeio contra os repórteres. Segundo as autoridades israelenses, um dos mortos, Ali Shuaib, estava infiltrado em uma unidade de inteligência do Hezbollah. O grupo é classificado como extremista.
Os outros dois jornalistas mortos foram Fatima Ftouni, repórter da Al Mayadeen, e Mohammed Ftouni, cinegrafista. Ali Shuaib era repórter da Al Manar.
O diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, condenou os ataques aos profissionais de saúde em suas redes sociais. Segundo ele, “os repetidos ataques prejudicaram gravemente os serviços de saúde no sul do Líbano, com quatro hospitais e 51 centros de atenção primária à saúde agora fechados e várias outras instalações operando com capacidade reduzida”.
Diversas outras instalações de saúde operam com capacidade reduzida na região.




