A pane técnica no Centro de Controle do Espaço Aéreo em Congonhas, nesta quinta-feira (9/04), foi um “fato isolado”, de acordo com o presidente da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Tiago Faierstein cogita estender o horário de funcionamento do aeroporto da capital nesta quinta.
“O que aconteceu hoje é um fato isolado e não uma demonstração de ineficiência“, declarou Tiago Faierstein, na manhã desta quinta. Segundo o presidente da Anac, não existe risco de uma nova interrupção.
“O que aconteceu hoje com certeza deve ter sido um caso isolado, mas não a demonstração de uma ineficiência ou uma degradação do sistema. Como na aviação a segurança é sempre em primeiro lugar, o prédio foi evacuado em um primeiro momento até se verificar o que houve. Como não foi contatado que não era nada grave, as pessoas voltaram ao prédio para trabalhar e as operações voltaram ao normal”, explicou o presidente da Anac.
“Mas isso não significa que é falta de investimento, de modernização. Pelo contrário, o Brasil é referência internacional em controle de tráfego aéreo, inclusive ajudando outros países da América do Sul com os sistemas e a experiência que temos aqui no nosso país”
O incidente provocou a evacuação de um prédio. As autoridades foram informadas sobre a ocorrência e adotaram medidas imediatas para garantir a segurança. O problema afetou passageiros que utilizam o sistema aeroportuário e gerou um efeito em cascata.
A pane em Congonhas afetou diretamente o Aeroporto de Guarulhos. Ambos suspenderam seus voos por mais de uma hora no começo do dia. Aeroportos de outros estados, como no Rio de Janeiro e em Brasília, enfrentaram atrasos e mudanças na programação de pousos e decolagens.
Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) estuda estender o horário de funcionamento do Aeroporto de Congonhas para reduzir os impactos aos passageiros. A medida é analisada após uma interrupção na operação aérea registrada nesta quinta-feira (09/04). A operação está em fase de normalização.
O Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea) da Força Aérea Brasileira (FAB) é o responsável por determinar a causa exata do incidente. A ocorrência pode ter sido provocada por incêndio ou vazamento de gás. A causa definitiva ainda aguarda confirmação do Decea.
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