Hipermobilidade: entenda a condição da filha de Karoline Lima e Éder Militão

Condição faz com que as articulações possuam maior amplitude de movimento

Por Agência JAGR | Atualizado em
Filha de Karoline Lima e Éder Militão tem hipermobilidade. (Fot: Reprodução/Instagram/@karolinel)
(Foto: Reprodução/Instagram/@karolinel)

Na quinta-feira (09/04), a influenciadora Karoline Lima, de 30 anos, compartilhou nas redes sociais a descoberta de um diagnóstico na filha, Cecília, de 3 anos, fruto de seu relacionamento com o jogador de futebol Éder Militão, de 28 anos, com quem não está mais.

Segundo relatou em seu perfil, Karoline observou que as pernas da filha pareciam estar “tortas”, o que fez com que procurasse por atendimento médico. Após análise do especialista que atendeu a criança, foi identificada uma hipermobilidade, condição que faz com que as articulações possuam maior amplitude de movimento.

Cecília é filha do casal formado pela influenciadora e pelo jogador de futebol, que durou entre 2021 e 2022. O término aconteceu pouco antes do nascimento da criança, a única filha entre eles. Após a separação, a relação se tornou centro de intensas disputas judiciais envolvendo pensão alimentícia e direitos de imagem.

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O que é hipermobilidade?

Durante o relato, Karoline ainda recorda que, na infância, também teve o diagnóstico e foi recomendada a utilizar botas ortopédicas, além de outros recursos. Atualmente, o tratamento é feito por meios que possam estabilizar articulações e reduzir dores, como palmilhas adaptadas, e focando principalmente no fortalecimento muscular para proteger as juntas, fisioterapia especializada e educação postural.

A influenciadora contou que a filha pratica balé e ginástica, mas recebeu a recomendação de que Cecília pratique esportes que desenvolvam a força, pois as que a pequena já tem aulas estimulam a hipermobilidade.

Após o susto inicial, a ex de Éder Militão ainda brincou ao dizer que a filha já tem “uma vantagem” com a condição, caso queira seguir na carreira de atleta.

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A hipermobilidade articular é uma condição em que articulações, como joelhos, cotovelos e dedos, possuem amplitude de movimento superior ao comum e, por vezes, descrita como “frouxidão ligamentar”. Embora possa ser assintomática, comum em bailarinos/ginastas, por exemplo, pode causar dor, luxações recorrentes e fadiga.

O espectro da hipermobilidade faz parte da síndrome de Ehlers-Danlos (SED), um grupo de doenças genéticas hereditárias que afetam o tecido conjuntivo, responsável por fornecer suporte e elasticidade à pele, às articulações e aos vasos sanguíneos. 

O grupo de condições do tecido conjuntivo é caracterizado pelo excesso de flexibilização das articulações, permitindo movimentos com amplitude além do normal.

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