Na manhã desta quarta-feira (15/04), a Polícia Federal prendeu o MC Poze do Rodo e o MC Ryan, durante operação chamada de “Operação Narcofluxo“, que investiga suposta organização criminosa e esquema de lavagem de dinheiro que movimentou pouco menos de R$ 2 bilhões em quase dois anos.
Ambos foram presos simultaneamente, mas em localidades diferentes. Ryan foi detido durante uma festa em Riviera de São Lourenço, em Bertioga, litoral de São Paulo, e Poze estava em sua mansão na Zona Oeste do Rio de Janeiro. Além das prisões de hoje, eles estão envolvidos em outras polêmicas. Confira abaixo:
Investigações contra Poze do Rodo
MC Poze do Rodo tem um histórico mais ligado ao âmbito penal. Em 2024, ele foi alvo de uma operação contra as rifas ilegais, o que resultou na apreensão de seus bens que, mais tarde, foram devolvidos. Além disso, ele foi denunciado pelo Ministério Público por crimes relacionados à extorsão mediante sequestro e tortura.
Em maio de 2025, o funkeiro foi preso sob suspeita de associação ao tráfico de drogas e apologia ao crime. De acordo com investigações, as apresentações aconteciam em áreas com presença de traficantes armados e dominadas por facções. Poze passou a responder em liberdade, com medidas cautelares, após obter habeas corpus dias depois.
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Investigações contra Ryan
Já o MC Ryan SP tem diversas polêmicas, principalmente envolvidas com investigações policiais. O funkeiro causou um alvoroço após o anúncio do término de relacionamento com Giovanna Roque, influenciadora digital de 25 anos.
Em setembro do ano passado, imagens do artista agredindo Giovanna foram vazadas e, por meio de suas redes sociais, ele disse que estava arrependido do que fez. Um mês depois, em outubro, ambos anunciaram que reataram o relacionamento e cuidam de sua filha, que tem quase um ano e meio.
Além disso, no final de 2023, Ryan tentou entrar disfarçado em uma escola pública, mas, após ser reconhecido pelos alunos, causou enorme alvoroço no local, ocasionando a demissão da então coordenadora do colégio, Ana Paula de Lima. A mesma processou o funkeiro por danos morais e pediu indenização no valor de R$ 104 mil.
No ano passado, o artista foi preso após realização de manobras perigosas em Sorocaba (SP), no estádio Barão de Serra Negra, usando a sua Lamborghini. A multa, que era de R$ 1 milhão, foi reduzida pelo Tribunal de Justiça de São Paulo.




