Mario Frias nega participações de Flávio e Vorcaro em filme de Jair Bolsonaro

Produtor executivo afirma que participação do senador se limita a direitos de imagem, sem sociedade na obra

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(Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil)

O deputado federal Mario Frias (PL) divulgou nota nesta quarta-feira (13/05) contestando reportagem sobre o financiamento do filme Dark Horse. Segundo o parlamentar, não há irregularidades na produção que envolve o senador Flávio Bolsonaro.

Frias, que atua como produtor executivo do longa, afirmou que o senador “não tem qualquer sociedade no filme ou na produtora”. A participação de Flávio se limitaria à cessão de direitos de imagem e ao uso do sobrenome.

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Em relação a Vorcaro, o ex-secretário de cultura disse: “Não há um único centavo do sr. Daniel Vorcaro em Dark Horse. E, ainda que houvesse, não haveria problema algum: trata-se de relação estritamente privada, entre adultos capazes, sem um único real de dinheiro público envolvido. E, na época, não havia qualquer suspeita a ele e seu banco.” – leia a nota na íntegra abaixo.

Segundo a reportagem da Intercept, Flávio Bolsonaro cobrou que Daniel Vorcaro injetasse dinheiro no filme Dark Horse. O bancário enviou R$ 61 milhões para a produção em 2025 e estava previsto que o montante totalizasse R$ 134 milhões.

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Confira a nota divulgada por Mario Frias sobre Dark Horse

“Na condição de produtor executivo do longa-metragem Dark Horse, sobre a trajetória do presidente Jair Bolsonaro, esclareço:

  1. O senador Flávio Bolsonaro não tem qualquer sociedade no filme ou na produtora. Seu papel limitou-se à cessão dos direitos de imagem da família e, naturalmente, ao peso que seu sobrenome agrega na hora de atrair investidores interessados em financiar um projeto desse porte — o que é legítimo, esperado e não configura, em si, nada além do óbvio.
  2. Como já esclareceu a produtora GOUP Entertainment, não há um único centavo do sr. Daniel Vorcaro em Dark Horse. E, ainda que houvesse, não haveria problema algum: trata-se de relação estritamente privada, entre adultos capazes, sem um único real de dinheiro público envolvido. E, na época, não havia qualquer suspeita a ele e seu banco.
  3. Dark Horse é uma superprodução em padrão hollywoodiano, com 100% de capital privado, ator de primeira linha, além de diretor e roteirista de renome internacional — com qualidade inédita para retratar o maior líder político brasileiro do século XXI. O projeto é real, será lançado nos próximos meses e, para quem investiu, será um negócio bem-sucedido.
  4. ⁠Desde o anúncio do projeto, Dark Horse vem sendo alvo reiterado de ataques direcionados não apenas à produção do filme, mas também à sua própria viabilidade e futura exibição. Há uma tentativa permanente de descredibilizar a obra perante a opinião pública, investidores e parceiros do setor audiovisual, muitas vezes por motivações claramente políticas e ideológicas. Ainda assim, o projeto segue firme, estruturado e respaldado por profissionais experientes da indústria cinematográfica internacional.
  5. Por fim, um lembrete pessoal: geri bilhões da Lei Rouanet à frente da Secretaria Especial da Cultura e saí do governo com as mãos limpas. Quem não se enriqueceu com bilhões certamente não iria se sujar pelos R$ 2 milhões que a imprensa agora tenta atribuir.

Deputado Federal Mário Frias
Produtor Executivo”

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