Agentes que protegiam família real são acusados de dormir em serviço, em Windsor

De acordo com a Polícia Metropolitana, a família real britânica foi informada sobre a investigação

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(Foto: Pixabay)

Agentes da unidade da Polícia Metropolitana de Londres responsável pela proteção da família real britânica estão sendo investigados após denúncias de conduta inadequada durante o serviço no Castelo de Windsor, no Reino Unido. As acusações incluem abandono de postos de vigilância e agentes dormindo durante o expediente.

Segundo informações divulgadas pelo jornal The Guardian, policiais do setor de proteção a autoridades e à realeza passou a ser alvo de uma investigação urgente aberta pela Diretoria de Padrões Profissionais da corporação.

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Em nota, a Polícia Metropolitana confirmou a apuração e afirmou que o caso foi comunicado ao Independent Office for Police Conduct (IOPC), órgão independente responsável pela supervisão de denúncias contra policiais. O órgão decidiu que a investigação será conduzida internamente pela própria polícia.

A corporação também informou que avalia a possibilidade de colocar parte dos investigados em funções com restrições enquanto o caso estiver em andamento. Uma decisão sobre eventuais limitações deve ser tomada até o fim da próxima semana.

“A Diretoria de Padrões Profissionais da Polícia Metropolitana abriu uma investigação urgente após preocupações levantadas sobre a conduta de alguns agentes em serviço de proteção no Castelo de Windsor. As acusações incluem agentes deixando postos sem vigilância e dormindo durante o expediente”, afirmou um porta-voz ao The Guardian.

A polícia acrescentou que o comportamento relatado “fica abaixo dos altos padrões esperados de policiais, especialmente em funções de proteção na linha de frente”.

De acordo com a Polícia Metropolitana, a família real britânica foi informada sobre a investigação. O Palácio de Buckingham recusou comentar o caso.

O jornal The Sun afirmou que o episódio pode envolver até 30 agentes, mas o número não foi confirmado oficialmente pelas autoridades. O IOPC também não comentou o caso, segundo o The Guardian.

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