O discurso de Gabriel Magalhães na véspera do duelo com o Haiti expôs um diagnóstico sobre o atual momento da Seleção Brasileira: o time ainda está em processo de adaptação ao trabalho de Carlo Ancelotti. Depois da atuação abaixo do esperado na estreia diante do Marrocos, o zagueiro afirmou que a equipe precisa de tempo para assimilar conceitos e ganhar entrosamento.
“No clube a gente trabalha diariamente. Quando você chega na Seleção está com os melhores. A gente tenta se adaptar o mais rápido possível. Com certeza isso leva trabalho e leva tempo“, explicou.
Apesar de reconhecer que o Brasil ainda busca seu melhor ritmo, o defensor garantiu uma postura diferente diante dos haitianos.
“A gente sabe o que tem que fazer dentro de campo. Não fizemos um bom primeiro jogo. O que podem esperar de nós é muita entrega e dedicação em campo. Vamos fazer de tudo para sairmos vitoriosos“, acrescentou o defensor brasileiro.
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Gabriel também ressaltou a importância das jogadas de bola parada, fundamento amplamente treinado no Arsenal e que ele tenta replicar na Seleção.
“No clube a gente trabalha muito, é diariamente. Quando chegamos na Seleção não tem tanto tempo para trabalhar. Tento passar para os companheiros o que nós fazemos lá. Isso muda o jogo“, comentou.
Sobre a fragilidade defensiva apresentada recentemente pela equipe brasileira, o zagueiro destacou que a melhora passa pelo esforço coletivo.
“Sabemos que estamos mais próximos da vitória se não sofrermos gols. É trabalhar coletivamente. Vamos entrar com pensamento positivo amanhã, sem querer levar gols“, destacou.
Por fim, Gabriel revelou que, no intervalo da partida contra o Marrocos, Ancelotti procurou tranquilizar o elenco. “Nós tínhamos consciência do primeiro tempo ruim. Ele nos deu tranquilidade e positividade. Sabemos da qualidade do grupo e temos que melhorar“, finalizou.
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