Jürgen Klopp é o nome que a Federação Alemã de Futebol (DFB) quer para comandar a seleção. Mas existe um empecilho para isso acontecer logo: a Red Bull não vai facilitar a saída do treinador, e deve exigir uma bolada para liberá-lo.
A DFB anunciou nesta sexta-feira (03/07) a demissão de Julian Nagelsmann e confirmou que Klopp é o principal alvo para ocupar o posto. Segundo comunicado da federação, o técnico “já manifestou sua disposição, em princípio, de assumir o comando da seleção”.
O nó com a Red Bull
Klopp atua hoje como chefe global de futebol da Red Bull. Conforme o jornal alemão Bild, ele não tem cláusula de rescisão no contrato, o que dá à empresa total poder de barganha na negociação.
Ainda segundo o jornal alemão, o CEO da Red Bull, Oliver Mintzlaff, deve insistir em uma alta taxa de transferência para liberar o treinador. O valor exato ainda não foi divulgado.
Além dessa possbilidade de pagamento pelo novo treinador, a Federação Alemã também precisou desembolsar um alto valor pela recisão de Julian Nagelsmann. O ex-comandante receberá uma indenização de 7 milhões de euros, cerca de R$ 41,7 milhões, segundo o jornal espanhol AS.
Esse montante é metade do que se a DBF demitisse Nagelsmann. Se este fosse o caso, o ex-comandante da Alemanha poderia receber aproximadamente 14 milhões de euros, aproximadamente R$ 83,4 milhões, quantia correspondente aos dois anos restantes de vínculo. A intenção era a busca por um acordo amigável com o técnico, para que a imagem dele não fosse prejudicada após o trabalho na seleção.
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Técnico vencedor
Klopp deu uma pausa no trabalho em campo em 2024, quando encerro uma era de grandes conquistas no Liverpool. Durante sua passagem pelo clube inglês, entre 2015 e 2024, o treinador levantou troféus de peso, como o Mundial de Clubes em 2019, Champions League na mesma temporada, além de Premier League e Copa da Inglaterra.
Antes do Liverpool, o treinador também deixou marca no Borussia Dortmund, onde venceu dois Campeonatos Alemães e a Copa da Alemanha.
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