O estado de saúde do ex-presidente Jair Bolsonaro, 71 anos, voltou a ser detalhado em boletim médico enviado ao Supremo Tribunal Federal (STF). O documento divulgado registra que ele apresentou picos moderados de pressão alta ao longo da semana.
Para conter as elevações, a equipe médica recorreu a doses adicionais da medicação que Bolsonaro já utilizava. A prescrição habitual, porém, não foi alterada, segundo o relatório.
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Soluço e sequela pulmonar
O tratamento para os episódios de soluço, condição que o ex-presidente enfrenta há meses, segue ativo e dentro dos limites considerados seguros pelos médicos. O boletim anterior, divulgado em havia registrado redução nesses episódios e melhora no ombro operado.
Os pulmões de Bolsonaro ainda carregam sequela da pneumonia que ele contraiu em março de 2026. O relatório também aponta que a medicação em uso provoca efeitos colaterais: sonolência durante o dia e instabilidade no equilíbrio corporal.
Prisão domiciliar e condenação
Bolsonaro cumpre prisão domiciliar humanitária desde o fim de março de 2026. O STF autorizou a medida por um prazo de 90 dias, em razão do quadro de saúde considerado grave.
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O ex-presidente foi condenado pelo STF a 27 anos e três meses de prisão por tentativa de golpe de Estado. O acompanhamento médico domiciliar é parte das condições estabelecidas para o cumprimento da pena nessa modalidade.




