David Beckham está faturando com uma tendência que poucos relacionariam ao esporte: os intervalos obrigatórios de hidratação na Copa do Mundo 2026. O ex-atleta e empresário soma R$ 120 milhões em acordos publicitários vinculados a esses momentos, valor equivalente a US$ 25 milhões somente no mercado norte-americano.
A lógica é simples. As pausas para hidratação transformaram a estrutura das partidas: o que antes eram dois tempos virou, na prática, quatro quartos. Mais intervalos significam mais espaço para comerciais. E quem está no centro das campanhas publicitárias nas televisões americanas é Beckham, rosto de oito marcas diferentes.
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De campo a bilionário
A trajetória de Beckham nas quatro linhas foi fundamental para construir a marca que hoje movimenta tantos recursos. Pelo Manchester United, ele acumulou seis títulos da Premier League (o campeonato inglês) e uma Liga dos Campeões (o torneio de clubes mais importante da Europa).
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Na sequência, foi um dos integrantes da primeira geração dos Galáticos no Real Madrid, ao lado de Ronaldo, Roberto Carlos e Zinédine Zidane, antes de pendurar as chuteiras no LA Galaxy, clube dos Estados Unidos.
Fora dos gramados, o negócio cresceu. A Forbes estima o patrimônio de Beckham em 1,185 bilhão de libras (o equivalente a mais de R$ 8,14 bilhões), o que o tornou oficialmente bilionário no começo deste ano.
Além dos contratos publicitários, ele mantém um acordo vitalício com a Adidas e é dono do Inter Miami, clube da MLS (liga de futebol dos Estados Unidos) onde atua Messi.




