A Copa do Mundo de 2026 prevê que os cartões amarelos acumulados sejam zerados após as quartas de final, regra que impede que jogadores fiquem fora da decisão apenas por receberem uma nova advertência na semifinal. Assim, somente atletas expulsos nas semifinais podem ser suspensos da final.
Pelas regras do torneio, um jogador é suspenso automaticamente ao receber dois cartões amarelos em partidas diferentes. No entanto, a contagem é reiniciada em momentos específicos da competição. Nesta edição, disputada com 48 seleções, a Fifa adotou duas limpezas no acúmulo de cartões: uma após a fase de grupos e outra depois das quartas de final.
Com isso, os franceses Michael Olise, Manu Koné e Bradley Barcola, advertidos nas oitavas de final contra o Paraguai, não correm mais risco de suspensão por acúmulo caso recebam um cartão amarelo na semifinal. A França enfrentará o vencedor do confronto entre Espanha e Bélgica na próxima fase.
A regra também beneficia jogadores de outras seleções que chegam às semifinais com um cartão amarelo acumulado. Como a contagem é zerada antes dessa fase, nenhum atleta pode perder a final apenas por receber uma advertência na semifinal.
A situação é diferente em caso de expulsão. Um cartão vermelho direto ou a expulsão por dois cartões amarelos na mesma partida gera suspensão automática para o jogo seguinte, e esse tipo de punição não é anulado pela limpeza do acúmulo de cartões. Assim, um jogador expulso na semifinal ficará fora da final da Copa do Mundo.
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