Acesse o menu do site

Congresso aprova Orçamento 2026 com meta de superávit de R$ 34,3 bilhões

Limite de despesas foi calculado em R$ 2,43 trilhões pelas regras do arcabouço fiscal, permitindo um crescimento acima da inflação de 2,5%

Por Édrian Santos | Atualizado em
A imagem captura três parlamentares no centro da mesa principal de um plenário do Congresso Nacional, interagindo em um momento de aparente celebração ou satisfação, possivelmente após a aprovação da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), já que o relator da LDO (Gervásio Maia) e o presidente do Congresso (Davi Alcolumbre) estão na foto.
Câmera Fotográfica Congresso Nacional aprova LDO de 2026. (Foto: Kayo Magalhães/Agência Câmara)

O Congresso Nacional aprovou, nesta quinta-feira (04/12), a Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2026 (LDO), com uma meta de superávit primário para o ano que vem de R$ 34,3 bilhões, ou seja, 0,25% do Produto Interno Bruto (PIB). 

O superávit ocorre quando as receitas de impostos superam as despesas primárias (sem contar o pagamento de juros da dívida). Com a aprovação pelos deputados e senadores, o texto será enviado para sanção presidencial.

Acesse o canal da TMC no WhatApp para ficar sempre informado das últimas notícias

Vale lembrar que a meta fiscal será considerada cumprida se o resultado variar 0,25% para mais ou para menos. No Congresso, os parlamentares aprovaram dispositivo que permite ao governo observar o limite inferior, ou seja, déficit zero, caso seja necessário limitar despesas para atingir a meta.

A LDO também traz uma perspectiva para os próximos anos de aumento do superávit para estabilizar a dívida pública da União. Para 2027, a meta é de 0,5% do PIB de superávit e, para 2028, de 1%.

Limite de despesas

O limite de despesas foi calculado em R$ 2,43 trilhões pelas regras do arcabouço fiscal, permitindo um crescimento acima da inflação de 2,5%. O cenário traçado pelo governo, porém, mostra um crescimento das despesas obrigatórias ao longo dos anos, reduzindo o espaço para investimentos, por exemplo.

Pagamento de emendas

Os parlamentares ainda aprovaram diretrizes para o pagamento de emendas até o final do primeiro semestre, preocupados com possíveis restrições de gastos que podem surgir com a proximidade das eleições do ano que vem. 

Leia mais: “Trata de proteger as instituições, inclusive Senado”, diz Gilmar sobre decisão de impeachment

O prazo para execução vale para emendas individuais e coletivas destinadas a fundos de saúde e de assistência social e para as chamadas transferências especiais, chamadas de “emendas Pix”.

Ao vivo
São Paulo
Ouça a TMC pelo Brasil
  • 100,1FM São Paulo
  • 101,3FM Rio de Janeiro
  • 100,3FM Curitiba
  • 88,7FM Belo Horizonte
  • 92,7FM Recife
  • 100,1FM Brasília
Notícias que importam para você
Copyright © 2026 CNPJ: 07.577.172/0001-71