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Embaixada dos EUA está sem criticar o Brasil há um mês, desde “química” Trump-Lula

Última postagem foi um ataque ao ministro Moraes, na véspera da declaração do presidente americano, Donald Trump, sobre a “química” que rolou entre ele e Lula

A Embaixada dos Estados Unidos no Brasil está há exato um mês sem criticar as instituições brasileiras, como o governo federal e Supremo Tribunal Federal (STF), na rede social X. Nem mesmo o ministro Alexandre de Moraes, neste intervalo, foi citado pelo perfil do órgão americano, na contramão de postagens anteriores com ameaças explícitas ao magistrado.

Curiosamente, a última postagem com ataques ao Brasil, especificamente contra Moraes, foi no dia 22 de setembro. O texto era a tradução de uma publicação do secretário de Estado americano, Marco Rubio, que classificava Moraes como um “violador de direitos” e estendia as sanções referentes à Lei Magnistky à esposa e empresa ligada à família dele.

A postagem foi feita na véspera da declaração do presidente americano, Donald Trump, sobre a “química” que rolou entre ele e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), durante discurso na Assembleia Geral da ONU, após encontro rápido entre os dois líderes nos bastidores do evento.

Nos dias seguintes, Trump fez mais elogios ao encontro e conversa por videoconferência que teve com Lula. Uma das declarações foi para a imprensa durante reunião com o presidente argentino, Javier Milei, no dia 14 de outubro.

Encontro na Ásia

Existe a expectativa de mais um encontro presencial entre Lula e Trump, possivelmente na Ásia, onde Lula cumpre agenda na Indonésia e Malásia. A reunião esperada deve ocorrer Kuala Lumpur, na cúpula da Asean (Associação de Nações do Sudeste Asiático). O petista será o primeiro presidente brasileiro a participar.

Leia mais: Lula trava escolha para o STF após pressão de Alcolumbre, mas bastidores dizem: “A toga já tem dono”

O que pauta os dois líderes são as tarifas americanas contra o Brasil. Se, por um lado, as sobretaxas encarecem as exportações brasileiras, por outro, pressiona a inflação de itens estratégicos nos Estados Unidos, como carne bovina e café.

Bolsonaro como pivô

Quando as tarifas foram anunciadas, Trump encaminhou uma carta para o governo brasileiro em que citava suposta perseguição a Jair Bolsonaro (PL) como uma das justificativas da medida. A exigência da Casa Branca era o fim do processo contra o ex-presidente.

A investida de Washington não surtiu efeito, e Bolsonaro foi condenado a 27 anos de prisão, em regime fechado, por 4 votos a 1, na Primeira Turma do STF. Já Moraes foi alvo da Lei Magnistiky, cujo objetivo é asfixiar a vida financeira do sancionado.

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