A sexta-feira (10), começa agitada nos bastidores do Palmeiras. O clube vai acompanhar a mudança do naming rights do seu estádio, enquanto se prepara para anunciar mais dois patrocinadores.
O acordo firmado entre WTorre e Nubank para a mudança de nome da casa palmeirense vai acontecer por volta das 11h, em um evento na própria arena. A instituição financeira vai arcar com um investimento de 10 milhões dólares por ano, cerca de R$ 51 milhões. A expectativa é que o contrato tenha duração até 2034.

Atualmente, o Palmeiras tem direito a 15% dos valores relacionados aos naming rights de seu estádio, que durante 11 anos e meio recebeu o nome de Allianz Parque.
Além deste acordo, onde o Palmeiras acompanha apenas os bastidores, o Verdão fechou contrato com duas empresas para estamparem suas respectivas marcas na camisa palestrina.
A Embracon assinou um vínculo com a Sociedade Esportiva para ocupar o esterno da camisa, área entre o escudo do clube e a logo da Puma, com valor fixo de R$ 6 milhões.
Já a MotoChefe, marca de scooters elétricas, fará um investimento anual de R$ 2,5 milhões fixos por temporada para colocar a sua logo na parte de trás da perna esquerda do calção palmeirense.
Agora, o foco da diretoria de marketing do Palmeiras é fechar um patrocínio para a barra traseira da camisa e o master das categorias de base.
Atualmente o clube conta com os patrocínios da SportingBet, com investimento de R$ 100 milhões fixos e R$ 73 milhões em metas (ambos anuais), Leapmotor com R$ 20 milhões fixos por ano e R$ 10 milhões de investimento pela Lei de incentivo ao Esporte, Cimed com R$ 20 milhões fixos por temporada e bônus que podem chegar a R$ 37 milhões, Sil Fios e Cabos Elétricos com R$ 11 milhões anuais mais metas que podem chegar a R$ 4 milhões, Uniasselvi com R$ 8 milhões por temporada, D’Itália Panelas com R$ 4 milhões fixos e mais R$ 2 milhões em bônus, além da própria Puma com R$ 50 milhões entre fixos e variáveis.